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Tragédia em salto radical relembra morte de pioneiro do rope jump nos Estados Unidos

Conhecido mundialmente por suas escaladas extremas e saltos de grandes alturas, Dan Osman ajudou a popularizar o rope jump nos anos 1990.

15/06/2026 às 10h45
Por: Redação
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Reprodução/Facebook
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A morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante uma atividade de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo, trouxe à tona um episódio semelhante que marcou a história dos esportes radicais há quase três décadas. O caso reacendeu discussões sobre segurança e protocolos na prática da modalidade.

Considerado um dos precursores do rope jump, o norte-americano Dan Osman morreu em 1998, aos 35 anos, após uma falha no sistema de cordas durante um salto realizado no Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia. Diferentemente do acidente ocorrido em Limeira, onde a vítima teria sido lançada sem estar conectada à corda principal de segurança, Osman estava preso ao equipamento, mas a corda acabou se rompendo durante a descida.

Conhecido mundialmente por suas escaladas extremas e saltos de grandes alturas, Dan Osman ajudou a popularizar o rope jump nos anos 1990. Ele chegou a realizar saltos superiores a 300 metros e se tornou uma referência entre praticantes de esportes radicais.

As investigações sobre a morte do atleta apontaram que uma alteração no ângulo do salto pode ter provocado o cruzamento das cordas, gerando atrito suficiente para cortar o equipamento. Também foi levantada a possibilidade de desgaste causado pela exposição prolongada das cordas à chuva e à neve.

Caso em Limeira

Maria Eduarda morreu após cair de aproximadamente 40 metros durante uma atividade de rope jump realizada na chamada Ponte do Esqueleto. Segundo relatos iniciais, a jovem teria sido lançada sem estar devidamente presa ao sistema de segurança. O acidente foi registrado em vídeo e levou à prisão de seis pessoas ligadas à organização da atividade.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias da tragédia, enquanto especialistas do setor classificaram o ocorrido como uma grave falha operacional. O caso também reacendeu o debate sobre a regulamentação e fiscalização do rope jump no Brasil.

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A semelhança entre os dois episódios, separados por quase 30 anos, reforça os riscos envolvidos na prática de esportes radicais e a importância de protocolos rigorosos de segurança para evitar acidentes fatais.

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