
Os Estados Unidos realizaram novos ataques contra alvos iranianos pelo nono dia consecutivo, ampliando a escalada militar no Oriente Médio. Ao mesmo tempo, o governo iraniano informou que dois petroleiros explodiram e ficaram à deriva no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas para o transporte mundial de petróleo.
Segundo a Guarda Revolucionária do Irã, as embarcações navegavam por uma rota considerada insegura ao sul do estreito e teriam sido orientadas pelas Forças Armadas norte-americanas a utilizar a passagem. As autoridades iranianas não divulgaram os nomes dos navios, nem informaram se houve mortos ou feridos. A informação ainda não pôde ser confirmada de forma independente.
Enquanto isso, o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) informou que as operações militares continuam tendo como alvo instalações militares iranianas utilizadas para apoiar ataques contra interesses norte-americanos e ameaçar a navegação internacional na região. O conflito voltou a se intensificar após o rompimento do cessar-fogo firmado em junho entre os dois países.
O Estreito de Ormuz permanece no centro das preocupações internacionais. Cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo passa pela região, tornando qualquer interrupção no tráfego marítimo capaz de provocar impactos imediatos no mercado global de energia. Desde o início da crise, diversos navios têm evitado atravessar a área devido aos riscos provocados pelos confrontos militares.
A continuidade dos bombardeios e os relatos envolvendo petroleiros aumentaram os temores de uma expansão do conflito para outros países do Golfo Pérsico. Analistas avaliam que um eventual bloqueio prolongado do Estreito de Ormuz poderá provocar novas altas no preço do petróleo e afetar diretamente a economia mundial.
Curtiu? Siga o PORTAL E TV SOLIMÕES no FACEBOOK E INSTAGRAM
Entre em nosso GRUPO DE WHATSAPP
Deixe seu like em nosso CANAL DO YOUTUBE
Os Estados Unidos ainda não comentaram oficialmente as acusações iranianas sobre as explosões dos petroleiros. A comunidade internacional acompanha a situação com preocupação diante do risco de agravamento das tensões na região.
Mín. 27° Máx. 38°