
O dólar encerrou esta segunda-feira (13) abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos, refletindo um cenário mais favorável nos mercados financeiros. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 4,997, em queda de cerca de 0,29%, atingindo o menor nível desde março de 2024.
Ao longo do dia, o câmbio chegou a subir, impulsionado pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio. No entanto, o movimento foi revertido durante a tarde após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando a possibilidade de um acordo com o Irã, o que animou investidores.
Com a melhora no cenário externo, o real ganhou força frente ao dólar, acompanhando a tendência internacional de queda da moeda norte-americana. No mês, a divisa já acumula recuo de mais de 3%, enquanto, no acumulado de 2026, a queda se aproxima de 9%.
O bom desempenho também se refletiu no mercado de ações. O principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, superou os 198 mil pontos e renovou recordes, impulsionado principalmente por ações ligadas a commodities e pela entrada de capital estrangeiro no país.
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A combinação de fatores externos e o fluxo de investimentos ajudaram a fortalecer o real, levando o dólar a romper a barreira psicológica dos R$ 5, um patamar que não era registrado desde 2024.
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